segunda-feira, 21 de março de 2011

Luz da Criação

PINTURA

Luz da Criação
Aqui está a segunda pintura da série de quatro, sobre o tema do audiovisual. Para este quadro decidi homenagear os técnicos de iluminação e os realizadores. Na área da iluminação estou a pensar no grande mestre e amigo João Cabral. Como ocupantes daquela mágica cadeira estou a pensar nos tambem amigos, Branco da Cunha e Carlos Silva que estiveram de acordo com a palavra Realizador e não a internacional Director.

Óleo: Luz da criação.
30x50


Fresar o campo na bela paisagem minhota
AGRICULTURA

Com o final de Março chega a hora de preparar a terra para as grandes plantações. As batatas e cebolas precisam de uma terra bem fofa e estrumada. Como é costume por esta altura, chamei um trator para fresar a terra. Uma hora de trabalho é o suficiente para preparar um bom pedaço. As ervas são revolvidas e enterradas e daqui a quinze dias a terra está pronta para a plantação das batatas e das cebolas.



Com a terra preparadinha é fácil começar a tratar das "novidades". Plantei um cento de pencas da Póvoa (de Varzim), trinta pés de tomates, dezasseis de pimentos e ainda semeei feijão rasteiro e espinafres.

Pencas (ao fundo couve lombarda plantada em Dezembro)      Tomates               Pimentos             

segunda-feira, 7 de março de 2011

Captar ex-libris

PINTURA

Captar ex-libris

Vou dar início a uma nova encomenda familiar. Para decorar a sua sala, a minha filha mais nova, Salomé, pediu-me um conjunto de quatro pequenos quadros. O tema é à minha escolha. Dado que a sua vida profissional é o mundo audiovisual, escolhi precisamente esse tema: o audiovisual.
Para começar um operador de câmara a gravar o ex-libris da cidade do Porto, a Torre dos Clérigos.

Óleo: Captar ex-libris.
30x50


A professora Sofia Torres do Atelier de Pintura e Desenho da Maia, resolveu fazer uma surpresa aos seus alunos. Convidou-nos a assistir na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, à defesa de uma tese de mestrado do licenciado Domingos Loureiro. Adoramos. O Domingos explanou sobre o tema "A morte da Pintura". Concluindo que afinal, a Pintura está bem viva. Como trabalho prático apresentou um conjunto de quadros, que têm a particularidade de serem pintados em vidro. Imagens espetaculares de muito difícil execução. Dado serem pintadas na parte posterior do vidro, a pintura é feita com a imagem invertida, o que dificulta bastante a elaboração da obra. Para alem disso, as camadas de tinta são dadas no sentido inverso ao normal. A primeira camada é a que fica mais visível, ao contrário da tela e do papel, onde a primeira camada fica coberta pelas seguintes.
Mais tarde soubemos que o excelente trabalho do Domingos Loureiro foi premiado com um 19. Parabéns.
Este o grupo que entrou para a Faculdade de Belas Artes do Porto (durante uma hora). Da esquerda para a direita: Alexandra, Rosa, Adélio, Sara, Sofia(prof.), Assunção, Graça, Gonçalo, Manuela e Ana Bela.
AGRICULTURA

Finalmente consegui podar os kiwis. É um trabalho fundamental para uma boa colheita. Uma poda parecida com a das videiras. Devem ser cortados todos os ramos mais fracos, deixando para a produção deste ano os mais fortes e jovens. Os kiwis são do tipo de árvores que têm plantas fêmeas que darão origem aos frutos e plantas machos que só dão flores para a polinização das fêmeas. A estas plantas em que os machos são diferentes das fêmeas chaman-se  dioicas. Uma planta macho é suficiente para polinizar quatro a cinco fêmeas. Nesta fase as abelhas são fundamentais para uma perfeita polinização, originando frutos maiores e mais saborosos. Como podem ver pelas fotografias tenho quatro plantas, três fêmeas e um macho. Cortei mais de metade dos ramos e mesmo assim fico sempre com a sensação que deveria ter cortado mais, mas custa-me sempre cortar bons ramos.
O kiwi é uma planta originária da China, no entanto foi na Nova Zelândia a partir do século XX que o fruto foi melhorado e iniciada a sua produção comercial.
Antes da poda                                             Após a poda